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A REALIDADE DA VIDA FAMILIAR

23/03/2018

Muitas pessoas já foram libertas do conceito de que a igreja seja um prédio. Mas muitas outras ainda estão presas à ideia de que o viver da igreja está vinculado ao período que elas passam no local de reuniões. Tanto é assim que, quando estão ali, elas se comportam de um jeito e ao sair apresentam outro tipo de comportamento. Parecem ter duas maneiras de vida: uma dentro e outra fora.


A vida da igreja abrange todos os aspectos de nosso viver humano e espiritual. Ela está relacionada ao viver familiar, social, de reuniões e de batalha espiritual. Qual é o alcance de sua vida espiritual? Ele se restringe somente às reuniões da igreja ou também permeia sua vida familiar e social? Quanto à batalha espiritual, você tem repreendido 
o inimigo de Deus e obtido vitória sobre ele ou constantemente é subjugado pela tristeza e ansiedade? Devemos considerar seriamente essa questão.


Todas as esferas de nossa vida da igreja devem ter realidade espiritual. Não deveríamos viver e expressar o Senhor somente em um lugar e expressar o inimigo ou nós mesmos noutro. Vamos nos voltar para a vida familiar e checar como ela está sendo vivida. Esta história adaptada nos ajudará nesse aspecto.

Certa vez uma esposa, depois de comparar o modo como seu marido lhe falava e como pregava a Palavra de Deus nas reuniões, expressou o desejo de morar no local de reuniões. Após externar essa vontade, alguém perguntou-lhe a razão. Ela então disse: “Aqui meu marido é tão diferente – ele é amável, fala baixo, respeita meu ponto de vista e não me repreende com aspereza. Aqui, neste lugar, ele chama nossos filhos pelo nome, toca-os com carinho e sorri para eles”. Ela concluiu: “Diga-me, aqui não seria um bom lugar para viver!?” Mas isso não ocorre apenas com os esposos; essa falta de realidade, do viver no espírito e da expressão do Senhor apenas nas reuniões também afeta muitas esposas.

Muitas só conseguem ser submissas no templo. Ali elas são incapazes de ir contra a autoridade do marido e o “véu da submissão” está sobre suas cabeças, sua voz é branda e a tolerância parece reinar. Imaginamos que os maridos dessas esposas também queiram morar no local de reuniões.

Por que somente ali marido e mulher conseguem orar juntos? Por que somente ali, como pais, oram com e pelos filhos?

Por que oram nos locais de reuniões diante da ceia do Senhor, mas não oram em casa na hora das refeições? Por que oram pelos enfermos nos locais de reuniões e não oram pelo filho que está com febre? Falta-lhes realidade. Eles têm um viver de aparência.

Falta-lhes aplicar este texto de Mateus 16:24, que diz: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a cruz e siga-me”. Se essa orientação do Senhor fosse levada a sério, nossa casa também seria um bom lugar para viver. Pois todas as manifestações do ego, de nossa vida da alma caída seriam crucificadas.

De onde procedem a ira, a frieza, a mentira, a intolerância? De onde procedem a insubmissão, a gritaria e o ciúme? De onde procedem a desonra, a desobediência e a ingratidão? De onde procedem as opiniões fortes, inflexíveis e obstinadas?

Talvez muitos queiram se mudar para o local de reuniões porque ali neguemos mais a nós mesmos do que em nossa casa. Daí por que realmente devemos colocar em prática o que o Senhor disse. Só assim a vida da igreja abrangerá todos os aspectos de nossa vida cristã – principalmente nosso lar.

Devemos sempre nos lembrar de que nosso exemplo fala mais alto que nossas palavras. Portanto, um viver de realidade espiritual plantará em nossos filhos o desejo de servir o Senhor.

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