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O VASO CHEIO DE FLORES

06/07/2018

Um jovem casal, com menos de um ano de matrimônio, buscou ajuda especializada para salvar seu casamento. Como já não suportavam enfrentar tantos problemas entre si, contrataram uma conselheira matrimonial para lhes mostrar uma solução. Eles não conseguiam compreender por que, em menos de um ano de casados, o amor que sentiam um pelo outro parecia ter desaparecido.

As constantes brigas e discussões ocorriam por qualquer motivo. Sentiam que surgira entre eles uma incompatibilidade inconciliável. O ressentimento que produziram um no outro chegou a tal ponto que não viam outra saída senão o divórcio.
Assim, mesmo durante o período que dedicaram à última tentativa de reconciliação, frequentemente tocavam no assunto do divórcio, como a derradeira solução para ambos. Foi quando a conselheira matrimonial os interrompeu, dizendo que esse tipo de conversa era totalmente prejudicial ao objetivo que estavam buscando. Disse-lhes que não poderiam falar com tanta naturalidade sobre separação, pois não sabiam a real gravidade do assunto.

Então deu um buquê de rosas a cada um e colocou um vaso vazio sobre a mesa, propondo a seguinte atividade: o marido diria à esposa algo de que sentiria falta, caso se divorciassem, colocando uma rosa de seu próprio buquê dentro do vaso; depois, seria a vez da esposa, e assim por diante. Assim, ele começou dizendo que sentiria falta de acordar todos os dias ao seu lado; ela por sua vez, lhe disse que sentiria falta do seu sorriso; e conforme iam declarando um para o outro as coisas de que sentiriam falta, lágrimas de arrependimento correram dos olhos de ambos. Por fim, o vaso de flores já estava cheio mesmo havendo rosas do lado de fora. Então se deram conta de que todas as vezes que mencionaram a possibilidade de se divorciarem, não sabiam do que estavam falando e o quanto iriam perder com a separação!

A Bíblia diz que as más conversações corrompem os bons costumes e que devemos afastar de nós toda amargura. Por isso, precisamos atentar para não falar ao cônjuge palavras que o ofendem ou que contrariam a vontade de Deus (Efésios 4:29). O casamento foi criado por Deus, por isso não devemos falar de assuntos como separação e divórcio levianamente.

No mundo de hoje, isso é comum, mas aos olhos de Deus, não. Se temos ressentimentos contra nosso cônjuge ou problemas que sugerem incompatibilidade no casamento, devemos buscar ajuda, sobretudo orando ao Senhor. Ele mesmo pode nos iluminar para enxergarmos o que estamos errando, nos levar ao arrependimento e nos trazer à memória aquilo que pode nos dar esperança. Além disso, se estamos ofendidos ou decepcionados, o Espírito de Deus nos capacita a sermos benignos e compassivos para perdoarmos nosso cônjuge (Efésios 4:30-32). Louvamos ao Senhor, porque com Seu amor Ele pode transformar toda amargura em doçura, todo cansaço em refrigério e toda tristeza em alegria. Por isso vamos nos voltar ao Senhor, que é a fonte do amor, do perdão, da fidelidade, e vamos investir sempre em nosso casamento para que se torne um lugar agradável e seja útil nas mãos do Senhor!

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