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QUEM AGRADA A DEUS?

29/11/2019

O trabalho de Caim era bem mais duro que o de Abel. Ele trabalhava muito mais: acordava cedo todos os dias, arava a terra, semeava, e com paciência esperava pela chuva. Assim, podia contar com a germinação, o crescimento e a colheita do que havia plantado – tudo a seu tempo. Provavelmente Caim ficava muito satisfeito com o resultado de seu trabalho.

Ele até podia encontrar motivos para achar que seu esforço produzia os alimentos que sustentariam a família, e isso com fartura. Não é difícil imaginar o quanto ele devia se sentir importante ao cumprir a tarefa fundamental de produzir alimentos por meio do cultivo da terra.

Por ser diligente, possivelmente Caim começou a tecer comparações. Pode ser que, aos poucos, esse pensamento passasse a ocupar sua mente. O irmão mais novo podia acordar mais tarde, pois tinha de esperar o orvalho secar e, em nosso parecer, talvez merecesse ser repreendido por Deus, e não Caim, que era esforçado, proativo e diligente.

Caim pensava que seu esforço seria finalmente recompensado com o reconhecimento vindo de Deus. Mas essa recompensa não veio. Isso porque ele não se lembrou do que era mais importante e necessário para achegar-se a Deus: o sangue de um animal. Caim se esqueceu de sua condição de pecador e da fundamental necessidade de mudança de posição (de pecador para justo), antes de oferecer sua oferta.

Deus amava a Caim, mas não podia, simplesmente, aprovar uma oferta produzida por seu esforço natural. Ainda era necessário que Caim oferecesse o sacrifício de um animal a fim de ser aceito. Não importava quão intenso e cheio de boas intenções fosse o seu labor na terra; para Deus, ainda existia uma barreira que os separava. Também não importava se Caim tinha qualidades que o destacavam mais que seu irmão mais novo.

Era imprescindível que ele percebesse a necessidade do arrependimento, ou seja, o quanto era necessitado do perdão de Deus. Com a oferta de sangue, representando esse reconhecimento, Caim obteria o perdão e a reconciliação com Deus e estaria numa posição correta diante Dele.

Como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, o Senhor Jesus é o sacrifício que nos possibilita ser aprovados por Deus. Cristo removeu a barreira de separação que havia entre nós e Deus Pai. Seu sacrifício na cruz é de tal forma eficaz, que removeu todos os nossos pecados. Seu precioso sangue é suficiente para nos justificar diante de Deus, além de purificar nossa consciência; ele é poderoso para nos defender de toda acusação do maligno.

Jamais nos esqueçamos de que sempre precisaremos da cobertura do sangue de Cristo; não importa quão importante ou válido seja o nosso serviço a Deus. Mesmo que sejamos diligentes e até aparentemente isentos de cometer erros, o sangue de Cristo é o único item que nos torna aptos a ser aceitos por Deus. Vamos adotar esse princípio, que nos leva a reconhecer nossa própria condição, e a clamar pelo sangue precioso de Cristo. Dessa forma, certamente seremos aceitos por Deus assim como nossa oferta a Ele.

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